Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música. Mostrar todas as postagens

dia de sol no clube silêncio

é um clube? há piscinas. pequenas, duas, três. crianças brincam. há também uma plateia - fileiras de cadeiras em degraus suaves. à beira das piscininhas, a céu aberto, sob o sol. do outro lado das piscinas - bem perto - montou-se um palquinho: caixas e mesa de som, amplificadores, bateria, microfones. uma banda evangélica infantil começa a tocar, para alegria de muitos dos presentes. afasto-me das piscinas e subo à última fileira da arquibancada. enquanto subo, caetano veloso assume o palco. começa por contar que viu "o grupo escocês belle & sebastian fazer uma versão horrível de sua (dele) música 'baby'"; que, "se estavam tentando conquistá-lo, os belle & sebastian tinham errado de cara numa coisa: o batom."

nesse ponto chego lá em cima - pra falar com silvia, que está com juli e outras amigas (eu as havia encontrado mais cedo em casa). mas estão na outra ponta da fileira, terei que passar entre as cadeiras pra alcançá-las. nas primeiras cadeiras da ponta de cá encontro marina e tio hely. bem na hora em que caetano vocifera sobre o batom errado dos belle & sebastian. atenta ao palco, marina me cumprimenta brevemente e se levanta pra me dar passagem. em seguida passo por tio hely que, vestindo uma camisa de listras verticais brancas e vermelhas, observa caetano entre intrigado e mau-humorado. tio hely já morreu, então acho melhor falar normalmente com ele; de outro modo, estranharia eu não falar, talvez se desse conta de seu engano de condição - vivo por morto - e sumisse de novo. - e aí, tio? tá nervoso, ele, né? tio hely arma seu típico sorriso jocoso de canto de boca. - tá, né, meu filho? nervosinho ele. e ri.

"vocês não estão entendendo NADA!"

[imprensa] ruído
sem o qual nada é ouvido
com o qual tudo é mal
-entendido

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,caetano-veloso-comenta-fim-de-trilogia,967380,0.htm

(o repórter chega com uma tese na cabeça: "caetano se distanciou das canções". a cada resposta, caetano mostra que não, que faz o mesmo de sempre, que foi a canção quem mudou, o tempo que passou, que a canção não está no violão, que não, que não. super calmo e claro. o repórter: a canção, a canção, a ana de holanda, o mensalão. haja. vale pelas respostas serenas e sumarentas do caetano. super claro e calmo. boas pra quem quer ouvir. depois vai o mesmo repórter e lança a matéria tirada da entrevista. o título? " 'Abraçaço' fecha a fase que distanciou Caetano Veloso das canções" (!) . perguntou e não ouviu nenhuma resposta. não é só a bossa nova que é foda.)

Why so brief?


From blue to red

If all birds were red,
The skies would seem less blue.
So freeze all hours at sunset,
And portrait this moment in a new tattoo.
Let me just stay here to gaze and wonder what would happen if…
But o darling why so brief?


poema de Rodrigo Caiuby
publicado originalmente em seu blog homem de azul em 10 de outubro de 2008

musicado por Dimitri BR
entre 17 e 18 de outubro de 2008

foto de Ana Kemper

einen kaffee, bitte

[este post era um comentário a este aqui. cresceu, trouxe pra cá.]

---

Ricardo! fiquei feliz e emocionado com nosso inesperado café da manhã.

não é a primeira vez que a música opera seu poder de transporte para nos unir, não é mesmo? (vide happiness is a warm gun). e certamente não será a última.

somos música sólida. num instante cruzamos o tempo, que dizer de um obstáculo menor como o espaço?

mas desta vez foi uma música "minha". minhas aspas vêm das tuas: "Eis esta pequena coisa, é o melhor de mim, pertence desde já ao domínio público".

que coisa forte de se dizer, meu caro; essa capacidade de criar coisas que sempre existiram me fascina, é uma coisa que noto sempre ao pensar no Dorival Caymmi.

eu acho incrível ter vivido tantos anos no mesmo planeta (no mesmo tempo) em que ele era vivo. "minha jangada vai sair pro mar..." hein, alguém /compôs/ isso? como assim? claro que não. se é o corpo de som mesmo do qual somos feitos - nós, pessoas, e nós o espaço físico, o lugar, o país.

---

já que este comentário foi feito em post, vou-me permitir encerrá-lo com outro encontro nosso a três (pelo visto temos o hábito - privilégio! - de nos fazer acompanhar por mulheres incríveis). não canso de dizer o quanto esse encontro me trouxe alegrias - e o quanto nos sinto ligados nele, através dele.



bom dia, querido amigo! there's more to life than trouble und desire.

música arte primeira

música é dança sem corpo; é dança em essência - não uma, mas todas as danças em potência.

música é pintura com paleta de som e tempo; tem tantas cores quantos forem os nomes - e mais.

música é escultura que quando o criador diz - parla! ela fala mesmo.

música é teatro sem o peso do cavalo.

música é poesia com a parte de dentro por fora.


[mais música sólida em diahum.com]

3 perguntas 1 proposta

e se, antes de mandar

- o livro pro prelo

- a música pra rádio

- o voto pra urna

- o filho pra guerra

- o outro à merda

- ...

a gente se fizer sempre essas 3 breves perguntas:

1. acredito no que digo?

2. sinto ser importante dizê-lo?

3. é o melhor que posso fazer?

e aí, quem topa?

essa do Liniers também é uma boa

TOP 10 personagens coadjuvantes de músicas

10. Two Lovers Entwined
['Heaven knows i'm miserable now']

9. Carinha do Cursinho
['Eduardo e Mõnica']

8. Mauro Faccio Gonçalves (como 'Zacarias')
['Jeito de corpo']

7. Adriano Leite Ribeiro (como 'Imperador')
['Funk do Pet']

6. B. B. King (como 'Trocando de Biquíni')
['Noite do Prazer']

5. Chorão
['Meu amigo Charlie Brown']

4. My Monkey
['Everybody's got something to hide except for me and my monkey']

3. Leonard Bernstein (as himself)
['It's the end of the world as we know it (and i feel fine)']

2. Myself and I
['Me, Myself and I']

1. A Cigana Analfabeta Lendo A Mão De Paulo Freire
['Beradêro']

Prêmio Especial do Júri - Conjunto da Obra:

O Cara
['Cara Estranho', 'Cara Valente', 'Cara Caramba Cara-Cara-ô']

pronto quando está pronto nunca está pronto

meu camarada paulista Rodolpho Xto (ilustrador, produtor da anárquica Pipa Musical e irmão da querida parceira Juliana Bertolini) postou o desenho abaixo em seu facebook, com a seguinte legenda: "Preguiça master de terminar isso..."


o que fez com que a cantora - e também ilustradora - Laura W. (por sua vez irmã, veja só, de outra amiga arr-tista, a cantora e mestra de yoga Helena Rosenthal) logo comentasse: "não termina. tá bom assim."

---

tudo isso me fez matutar - sobre a obra de arte, o começo e o fim, essas coisinhas - e lembrei de um causo que vivi há muitos anos:

uma vez vi um cara pintando um quadro 'ao vivo', numa galeria aqui no Rio. era totalmente abstrato. daí o cara ia lá, super pollock, fumando um cigarro e tacando tinta sobre tinta sobre tinta sobre a tela, que estava no chão.

uma hora eu olhei e pensei 'nossa, tá pronto!' - só que o cara continuou a tacar tinta. e eu pensando: 'não, não! pare, o que você está fazendo?!' mas era tarde: o quadro de que eu gostei não existi(ri)a mais.

---

noto agora que, curiosamente, Juliana e Helena - as supracitadas irmãs dos irmãos em questão - filmaram comigo uma videocanção que versa sobre o que acontece com o feito depois que o fazedor morre. ou sobre o que fica do fazedor no feito.

gente é um troço que nunca está pronto.

destropicalismo

Apatia, apatia
[para Laura Liuzzi]

caminhando – não: parados
lado a lado e o ar – parado
encostados contra o muro
pelotão de fuzilados
no sol, na chuva
janeiro, dezembro
é quase, é sempre
é quase
nem bomba nem brigite
quem lê? nada é notícia
por que não? por que sim?
tudo vai, tudo vão
acabou o festival
acabou o festival
acabou o festival
acabou o festival

excertos de um mês (agradavelmente) movimentado

da esquerda para a direita:
os autores Flávia Muniz, Ismar Tirelli Neto, Fernando Paiva
e os irmãos-editores Silvia e Dimitri B. R.ebello

foto tirada por Luís Dreyfuss (tio da recém-nascida Alice!)
no lançamento da Coleção Compacto Simples (dia 13/12)

para eles*

1. [a Carlito Azevedo]

o elogio que lhe posso fazer:
seu poema
não dava uma música.

2. [a Ricardo Domeneck]

em minha memória

meu biógrafo morreu
antes de mim

não importa:
a posteridade é para os mortos.

---
*poemas escritos no calor das leituras de Ricardo Domeneck e Carlito Azevedo, no lançamento de seus novos livros e da revista Modo de Usar & Co (além de livros de Walter Gam e Felipe Nepomuceno) na Livraria Berinjela (dia 12/12).

desenferrujando as cordas vocais

ah, essa vida de artista.

de repente, uma canja.

de repente, um setlist:

1. a carne é fraca (epifania vegetariana)
[geral comendo frango com fritas, resolvi entrar causando]

2. rei da guanabara
[estréia mundial de música nova]

3. livro de cabeceira
[assim, sem mais]

4. apito final
["já que estamos perto do maracanã, vamos falar de futebol"]

5. a comida está boa?
[improvisada na hora. começou assim: "na tijuca não tem praia / mas tem o sesc". (Am7/D79). e foi.]

6. eu não consigo me vender direito
[toquei mesmo alternando dois andamentos diferentes? sem nunca ter ensaiado assim? toquei.]

...bom mesmo foi ver um show de hora e meia só de músicas da Flávia (você já tinha tocado tanto tempo assim alguma vez, Flavinha?). como ela tem música boa!

a produção era gentil. mas desorganizada.

fizemos nossa parte. somos cantores sérios. não sisudos, mas sérios.

o público - famílias tijucanas em trajes de banho em fila pro rango ou sentadas comendo - foi receptivo e simpático. ("foi muito bom almoçar ouvindo a sua música, obrigada", a moça tímida veio dizer pra Flávia.)

e Tião nos deu total apoio, todo feliz com suas cordas novas.

foi surreal. foi legal. (quem sabe breve tem mais?)

ah, essa vida de artista.

a sacolinha mágica

"a música é um receptáculo de capacidade ilimitada e infinito poder de transporte; quando a gente faz ela já vem recheada, mas a partir daí - se tudo der certo - só faz armazenar mais e mais.

e pode presentificar o que nela investimos infinitas vezes, no instante em que quisermos."*



...resumindo: a música é a sacolinha mágica do gato félix. é o chapéu do presto. a cartola do coelho. a mais poderosa bag of holding. o fusca do palhaço. a sopa do neném. a bolsa da mamãe.

a música é o porta-vidas inesgotável. com ela você pode revisitar momentos, memórias e sensações onde e quando quiser. e o que é melhor: é muito fácil de transportar! =]

*[Dimitri BR, em comentário a texto de Ricardo Domeneck sobre "mercado negro", relido hoje após ser twittado pela Letícia Féres - que por sua vez o descobriu na nova seção do diahum, diahum @, destinada a linkar de volta todos os sites/blogues que republicaram as videocanções.]

eu não sou da sua rua

caiu a ficha
finalmente! depois de anos pasmo com a aparente estreiteza da concepção humana de vida alienígena, eis que hoje a querida narghee-la informa: cientistas especulam buscar formas de vida radicalmente diferentes da humana [conforme a matéria original na wired, em inglês].


sonho do pequeno dimitri:
virar cosmonauta e
procurar vidas pelo espaço

corrida maluca
desde a minha infância - quando a corrida espacial trazia a colonização galática à ordem do dia - eu jamais compreendi como era possível que, ao se falar em vida extraterrestre, essa linha de pesquisa não fosse a principal.

por que, eu me perguntava, como esperar que uma eventual vida alienígena seja remotamente semelhante à vida humana?!

a mim sempre pareceu evidente: estranho seria que os alienígenas tivessem qualquer coisa em comum  conosco.


tridimensional?
e quando digo isso, não me refiro a respirar amônia ou ter 3, 5 ou 1000 braços: falo de algo realmente diferente, num grau que nosso mais louco delírio poderia apenas tangenciar.

e aí entra outra aparente omissão na busca por ETs que sempre me deixou perplexo: por que acreditar que os parcos sentidos humanos, ou nossos instrumentos rudimentares - e (mal) regulados para buscar evidências de vida semelhante à nossa - seriam capazes de perceber uma outra forma de vida, ainda que dessem de cara com ela?


sei que tenho mais de dez braços
e isso é normal

estranha forma de vida
pra ficar em exemplos ainda muito conservadores: o quanto um ser do tamanho de uma bactéria conseguiria perceber de um ser do tamanho de um prédio? ou o quanto uma criatura que viva, digamos, 70 anos terrestres - e se movimente com velocidade proporcional - poderia captar da existência e movimentação de um ser que vivesse 10000 anos, e se movesse com a velocidade da erosão em uma montanha?

jamais compreendi o aparente desprezo por esses pontos, e por isso fico feliz de saber que os cientistas parecem hoje ter a mente mais aberta ao procurar por nossos irmãozinhos alienígenas.

minha vida é diferente da sua
mente aberta, mas nem tanto: ainda se referem à essas formas de vida hipotéticas como "exóticas". ora, meu caro humano, como dizemos lá no meu planeta, exótico é você!


para os cientistas irem se acostumando:
quando encontrarem um alienígena, ele vai cantar essa canção
(composta pelos aliens arnaldo antunes e branco mello)

vida longa e próspera paratodos!

Maçã não é laranja

Maçã não é laranja
Minc, Camelo, Zelaya e a imprensa brasileira




Estuprador eleito
Há poucos dias, André Pulccinelli - governador (!) do Mato Grosso do Sul - se referiu publicamente ao ministro do Meio Ambiente Carlos Minc como um "veado fumador de maconha"; não satisfeito, emendou que, caso Minc aparecesse no MS para participar de uma meia-maratona ecológica, "o alcançaria e ele seria estuprado em praça pública".

"Eu o estupraria em praça pública". Simplesmente. Uma frase cuja abominável truculência fala por si.


Outra violência
Mas há nesse episódio outro participante que também apresentou uma conduta deplorável, e que talvez não tenha ficado tão evidente assim para todos.

Não, não me refiro ao ministro Minc: este apenas respondeu (primeiro com uma declaração irônica, e depois em nota oficial sem gracinha nenhuma) repudiando as inacreditáveis declarações do governador - que há muito encontra resistência do Ministério do Meio Ambiente a seus planos de lotear o Pantanal entre os plantadores de cana, e resolveu sair-se com essa.

Falo é de grande parte da imprensa brasileira que, indesculpavelmente, vem tratando o caso como "mais uma baixaria entre políticos" – querendo com isso pôr no mesmo saco uma ameaça de estupro (!) feita por um governador a um ministro, e a resposta (até ponderada) deste.

Areia no olho roxo
Não faz muitos anos Chorão, dublê de vocalista e dono da banda/marca Charlie Brown Jr., atacou o compositor Marcelo Camelo (então no Los Hermanos) a soco e cabeçada. No dia seguinte, não deu outra: os jornais só falavam em "briga de bandas"!

Compreensivelmente indignado (e de olho roxo), Camelo publicou uma carta aberta para dizer o óbvio: que não se tratava de uma briga, mas de uma agressão. "A matéria joga areia nos olhos do leitor e dissipa o foco da notícia", escreveu o cantor.

Jornaleiros do Havaí
Situações diferentes, mesma postura da imprensa - que, ao deliberadamente misturar alhos com bugalhos, tenta esvaziar a questão e diluir a culpa dos óbvios culpados. Pior: dividindo-a com as vítimas. E quase sempre com o intuito de desviar o foco do que realmente está em jogo - seja a associação de artistas a marcas comerciais ou o embate entre agronegócio e ambientalistas.

Os praticantes desse mau jornalismo de desinformação são os mesmos que - como numa canção de outra banda, os Engenheiros do Havaí - queriam igualar Fidel a Pinochet.

O golpe do golpe
Os mesmos que agora insistem, desde as primeiras notícias sobre o golpe em Honduras, em legitimar os golpistas – chamando-os de "governo oficial", dizendo que agiram "de acordo com a Constituição" e que "têm um mandado de prisão" para o deposto – e em pintar o presidente Zelaya como um populista destemperado de caráter dúvidoso, "amigo do Hugo Chávez".

Pode reparar: qualquer matéria da grande imprensa sobre o assunto repete essa cantilena (a despeito do repúdio  mundial ao golpe, num raro consenso). Pois, que Zelaya fosse o que alegam: nada disso torna o golpe menos golpe. É, mais uma vez, a areia nos nossos olhos, igualando as partes, desviando o foco, esvaziando a discussão.  

Divino maravilhoso
Disso tudo, caro leitor, vale tirarmos lição: não sejamos goiabas. Maçã não é laranja. Agredido não é agressor. Antes de igualar as partes ou desconsiderar a questão, devemos buscar o que realmente está em jogo. E é preciso estar atento e forte ao ler a grande imprensa nacional.


entrevista sobre o diahum


o diahum também virou desenho
mas isso foi por obra da querida
poeta portuguesa Patricia Lino!
mais retratos feitos por ela aqui.

diahum para leigos (ou nem tanto)

dia desses esbarrei no twitter (por sinal, quem aí tem? clica aqui e me indica, pra eu seguir) com um blog que parte de uma premissa muito bacana: só publicar clipes.

bem, não SÓ os clipes assim, sem nada; mas sempre clipes, com pequenos comentários, ou notícias e indicações musicais, também sempre a partir dos vídeos. gostei!

pois bem: eis que, em eu esbarrando no clipclipuha, o criador do site - o gente boa Padim Cê Fraga - também esbarrou no diahum.

---

conversa vai e vem, e o Padim (que mora em Brasília e jamais tinha ouvido falar de Dimitri BR ou 3a1), diz que gostou das videocanções e vai postá-las no clipclipuha!. além disso, mui gentilmente, me propõe fazer uma pequena entrevista pra acompanhar o post.


topei na hora, e ele então me enviou por email as perguntas. são apenas 5, mas creio que permitem a um leitor/espectador desavisado saber de que se trata - como era intenção do Padim - e podem até matar algumas curiosidades mesmo de alguém mais "iniciado".

---

o resultado pode ser conferido aqui (por aqueles que leram até este ponto e não saíram por um dos mil outros links ao longo do post :-) .

abraços paratodos!

luisa mandou-me um beijo

ueba, saiu o artigo do dileto amigo Fernando Paiva - compositor criativo & jornalista compulsivo - sobre o diahum!

ainda não leu? então leia aqui:
uma câmera na mão e uma canção na cabeça
- diahum por Fernando Paiva


o texto está muito bom, informativo e gostoso de ler. tenho certeza de que mesmo pra artistas de grande projeção midiática é raro ver seu trabalho resenhado com tanto cuidado!

com certeza isso é mérito do fernando e também conseqüência direta de a "entrevista" que originou a matéria ter sido feita em caráter de bate-papo entre amigos/artistas de admiração mútua - e contado ainda com o input da silvia, presente na conversa.

---

em tempo:

1. vale muito fuçar os arquivos da máquina de escrever do fernando (com ilustrações do mano daniel shockbrou paiva), já deparei com vários outros textos legais lá, sempre no estilo esperto e direto-ao-ponto.

2. pra completar a alegria, a foto que ilustra a matéria é fruto do olhar preciso de ana kemper, comadre multimídia. com amigos assim...

3. a ilustra do post é deste site cheio de quadros bacaninhas. tinha ela aqui no meu baú e achei que combinava com o clima. :]

2 pedidos aos blogueiros amigos

boa tarrrde, minhas colegas de trabalhomm!

venho lhes fazer duas breves solicitações. vamulá:

1.
caros amigos blogueiros, tenho um pedido/sugestão a fazer a todos: que tal selecionarem, em seus bloguesss, a opção que faz com que os comentários abram em uma nova janelinha?

acho bem mais legal, porque o leitor não tem que sair e voltar do blogue a cada vez que for comentar/ler comentários; dá até pra continuar lendo outros posts, enquanto espera a janelinha carregar.

(sei lá, vocês preferem de outro jeito? em todo caso, como leitor, agradeço quem o fizer. :)

2.
segundo pedido: quem ainda não o tiver feito (e achar uma boa idéia, é claro), poderia linkar o diahum em seu blogue?

foi mal pedir assim na cara-dura, mas esse projeto - realizado desde o início com a inestimável colaboração da ana sol, o olhar por trás das câmeras em todas as edições até agora - vem colecionando apoios e incentivos e suscitando reações e interlocuções muito interessantes e prazerosas; e pra que isso siga acontecendo é muito importante que as canções cheguem a um público cada vez mais variado e "desavisado" (isto é, que não me conheça, nem às músicas).

agradeço desde já a quem puder colaborar nesse sentido!

---

thanx
bem a propósito, graças à iniciativa de um desses "interlocutores desconhecidos" (valeu, andré!), o diahum chegou ao pessoal do blogue de música lacumbuca, onde ganhou uma resenha do túlio brasil. eis o link: lacumbuca .

aproveito pra agradecer à biatrixx, que cedo dedicou um post ao diahum em seu notícia nenhuma (ei bia, sabia que várias pessoas chegaram aos vídeos através do teu blog? assim informa a estatística do youtube :) , ao parceiro rodrigo, que logo fez o mesmo em seu homem de azul, e a todos de vocês que têm acompanhado/comentado.

merci, chéries! =] =] =]

---

próximo capítulo
o próximo vídeo está prontinho (êêê), aguardando ansiosamente o humdejunho, e traz novidades: pela primeira vez houve alguma edição além da simples inserção dos letreiros; e essa edição, assim como a filmagem, ficou a cargo do multitalentoso alexandre hofty (novamente com palpites e contra-regragem de paola ghetti).

mais detalhes, só no diahum! ;]

abraços paratodos.

só pra não dizer que não postei o #003 aqui
- mas desta vez vai só uma foto
que o lugar deles é mesmo o diahum!